sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Aporte

Surgiu uma grana inesperada aqui. Virou aporte. Só 0,3% do portfólio. Como a quantia era pouca, mandei tudo para a Renda Fixa pra evitar pagar TED.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A importância do fluxo de caixa numa carteira de investimentos

Sua carteira de investimentos é um barco cujo capitão é você.

O mar e a direção do vento são o mercado

O fluxo de caixa é diesel para o motor do barco.

A gestão é o comando das velas, leme, etc.

Quando a correnteza/vento estiver contra, o fluxo de caixa é o combustível para manter o motor reduzindo o atraso da viagem.

Quando está tudo a favor, ele é aquele empurrãozinho pra fazer o barco deslanchar.

Prefira navegar com diesel a bordo.


Aviso de compra

Aumentei posição em BBSE3 utilizando os dividendos da própria empresa + sobra do aporte do dia 15/08/2017 após a compra de FIIP11B ontem.

Posição em BB Seguridade foi para 6,8% da carteira de ações e 2,6% da Renda Variável. Posição em ações foi para 38% da Renda Variável, rumo aos 50%. Setor de seguros foi para 17% da carteira de ações.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Aviso de compra

Aumentei levemente a posição em FIIP11B com uma parte da grana que aportei ontem.

Caiu mais de 8% desde o topo de julho. Caso não tenha algum Fato Relevante negativo prestes a sair, pode ser uma compra interessante.

FIIs For The Long Run

Após a excelente alta dos Fundos Imobiliários nos últimos semestres, uma dúvida é inevitável aos cotistas que montaram suas posições na bacia das almas: realizar lucro ou não?

Eu não arrisco sair dos FIIs. Eis alguns dos motivos que embasam minha decisão:

- Lastro em imóveis em prazos longos tendem a bater a inflação e aumentar o valor patrimonial real das cotas;

- Apesar dos reajustes dos alugueis não serem garantidos, a normalidade é que eles aconteçam na maioria das vezes, porém com uma menor frequência em épocas de recessão econômica e vacância. Com o reaquecimento da economia é esperada uma redução da vacância, assim como um aumento na frequência dos rejustes de contratos de aluguel pela inflação;

- O tempo joga a favor do investidor de longo prazo no que diz respeito à capitalização composta dos rendimentos reinvestidos na carteira. O maior responsável pelo acúmulo de riquezas de um investidor de FIIs no longo prazo é reinvestimento sistemático do fluxo de caixa em outros ativos com bons dividend yields;

- Zerar posição em FIIs para quem comprou a maior parte da carteira nos idos de 2014 significa pagar uma boa porcentagem do porfólio em Imposto de Renda. Dar ao governo 20% do ganho de capital obtido até o presente momento representa uma bela perda de capital;

- Quando você entra num investimento numa grande baixa histórica, como foi em 2014 e 2016, você pode se dar ao luxo de ficar confortável "para sempre", desde que a carteira seja compostas por FIIs de boa qualidade e perenidade;

- Num gráfico em escala logarítmica de prazos de 10 anos ou mais, uma suposta queda de 50% (por exemplo no caso de um inversão da tendência dos juros) faz pouco dano na rentabilidade anual acumulada, ou seja, 50% de queda no preço das cotas não fará a rentabilidade anual acumulada cair 50%. E se durante a baixa formos comprando mais cotas a yields melhores utilizando rendimentos e aportes, quando os preços voltarem ao patamar anterior, o valor da carteira terá superado o último topo;

- Uma suposta taxação dos rendimentos também não fará tanto estrago na carteira daqueles que estão comprados há muito tempo. Quanto maior a rentabilidade acumulada, maior a musculatura da carteira para aguentar bem as quedas sem fazer você perder dinheiro, mesmo em termos reais;

- Nada garante que se no futuro a taxa de juros começar a subir teremos uma queda nas cotas da mesma magnitude de 2012 e 2013. Preços exageradamente "errados" não tendem a ocorrer muitas vezes em espaços curtos de tempo. É perfeitamente possível que na próxima alta dos juros as cotas dos FIIs não caiam tanto. Paradigmas do mercado financerio vivem sendo quebrados e nunca sabemos quais e quando;

- A contabilização sistemática de proventos no IFIX muito provavelmente fará com que o fundo de 2014 se "afunde" cada vez mais no gráfico, tornando praticamente impossível que o índice volte à mesma pontuação daquela época.

Ou seja, no que se refere aos FIIs, sou bastante conservador e com mentalidade de longo prazo. Essas coisas de ficar "pilotando" em curvas de curto prazo deixo para as ações. FII para mim é para sentar em cima, colher renda mensal e botar lenha na maquineta da captalização composta. O reinvestimento de fluxo de caixa em longos períodos é o grande 'pulo do gato' na carreira da maioria absoluta dos investidores de sucesso. Quem presta atenção demais em frivolidades de curto prazo acaba muitas vezes perdendo a oportunidade de deixar a capitalização composta fazer a parte mais pesada do trabalho.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Aporte

Realizei aporte de 1,2% do portfólio utilizando minha restituição de IR creditada hoje. 57% dos recursos foram hoje mesmo para Renda Fixa de alta liquidez.

O restante vou deixar no caixa aguardando a vinda dos dividendos de BBSE4, ITSA4 e TAEE11.

Desta vez não destinei recursos ao Bitcoin pois a forte alta do mesmo nos últimos dias fez com que o ativo praticamente chegasse em sua alocação alvo, que é de 10% do portfólio.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Atualização dos Greenblatt's - 11/08/2017

Acabo de atualizar os Rankings estilo Greenblatt. Como estamos em temporada de balanço, está havendo uma dança das cadeiras no ranking. Seguem os links:

P/L + ROE
EV/EBIT + ROIC

Obrigado pela visita!
Abraço!

Aviso de compra

Iniciei pequena posição em WIZS3 equivalente ao montante de rendimentos de FIIs que receberei em 14 e 15/08/2017, aproveitando o fato da liquidação ser só em 16/08/2017.

Creio que a queda de quase 20% é exagerada diante de fatos que já eram, de certa forma, de conhecimento do mercado. Com isto, aumenta a alocação do portfólio em ações, assim como a posição no setor de seguros.

Resolvi comprar um pouco neste pânico e estudar posteriormente mais a fundo o fato causador da queda. Se continuar achando que foi exagero, devo manter e aumentar posição.

Retorno Real Ibovespa 1968-2016

Recentemente realizei um estudo que consistiu em apurar a rentabilidade real do Ibovespa de 1968 a 2016 com resolução de dados diária, o que resultou numa planilha com mais de 12.000 linhas. Segue o gráfico:

Elaborado pelo autor

O retorno real encontrado para o período foi 7,8% a.a., ou seja, o índice bateu a inflação e entregou mais 7,8% ao ano de ganho real, o que é um excelente retorno se considerarmos que trata-se de uma maneira completamente passiva de se investir em ações e que o Brasil durante o período passou por assombrosos períodos de hiperinflação e farra monetária.

No mercado americano, o mesmo estudo, porém numa janela de tempo maior, chega a uma rentabilidade muito parecida, também em torno de 7% a.a. de ganho real.

Abaixo um conjunto de gráficos dos retornos reais estratificados por períodos de 1, 5, 10, 15, 20, 25, 30 e 35 anos:

Elaborado pelo autor

Os resultados demonstram a veracidade da máxima de que "ações são investimentos para longo prazo". Nota-se que com prazos acima de 20 anos as possibilidades de perder riqueza ao investir no índice são eliminadas.

Conclusão

Ações são títulos de propriedade de empresas, os quais são lastreados em terra, imóveis, capital humano, meios de produção, etc. Como a tendência de longo prazo do PIB é quase inevitavelmente de alta, ações se mostram como uma excelente ferramenta para se obter ganhos reais consistentes no decorrer das décadas. Tanto os dividendos pagos aos acionistas quanto o crescimento das empresas fazem o serviço de premiar os investidores em ações com excelentes ganhos reais em longos períodos.

Uma vez demonstrado que de maneira geral - ou seja, o desempenho de índices - ações são bons investimentos de longo prazo, o investidor passa a ter ciência de que seus recursos estão em terreno fértil para o acúmulo de riqueza, ou seja, aumento real de poder de compra. Então, estando neste terreno fértil, o investidor deve voltar seus esforços para a análise individual de ações, de maneira a ter em seu portfólio apenas as empresas mais saudáveis, que tenham boa administração, boa perenidade de demanda para seus produtos e serviços e, principalmente, que sejam compradas a bons preços. A prática consistente destas atitudes premia o Investidor em Valor com uma excelente probabilidade de se obter retornos acima dos índices.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O Sr. Mercado, por Warren Buffett

Sempre que eu e o Charlie compramos ações para as companhias seguradoras da Berkshire (sem considerar compras de arbitragem, discutidas [no próximo ensaio]), abordamos a transação como se fôssemos comprar uma empresa de capital fechado. Olhamos os aspectos econômicos do negócio, as pessoas encarregadas de dirigi-lo e o preço que temos de pagar. Não temos em mente nenhum tempo ou preço para vendê-la. De fato, estamos dispostos a reter uma ação indefinidamente, contanto que esperemos que o negócio aumente em valor intrínseco a uma taxa satisfatória. Quando investimos, vemo-nos como analistas de negócios - não como analistas de mercado ou analistas macroeconômicos, nem mesmo como analistas de valores mobiliários.

Nossa abordagem tira proveito de um mercado ativo, já que ele periodicamente nos apresenta oportunidades de dar água na boca. Mas de forma alguma ele é essencial: uma suspensão prolongada das negociações dos valores mobiliários que possuímos não nos incomodaria nem um pouco mais do que nos incomoda a falta de cotações diárias para a World Book ou a Fechheimer. No devido tempo, nosso destino econômico será determinado pelo destino econômico do negócio que possuímos, seja nossa propriedade parcial ou total.

Ben Graham, meu amigo e professor, há muito tempo descreveu uma atitude mental em relação a oscilações de mercado que acredito ser a que melhor conduz ao sucesso em investimentos. Ele disse que você deve imaginar cotações de mercado como vindas de um sujeito excepcionalmente complacente chamado Sr. Mercado, que é seu sócio em uma empresa de capital fechado. O Sr. Mercado aparece sem falta, diariamente, e escolhe um preço pelo qual ele irá comprar a sua participação ou lhe vender a dele.

Mesmo que a empresa que vocês dois possuem tenha aspectos econômicos estáveis, as cotações do Sr. Mercado serão tudo menos isso. Porque, é triste dizer, o pobre sujeito tem problemas emocionais incuráveis. Às vezes, ele se sente eufórico e consegue ver somente os fatores favoráveis que afetam o negócio. Quando está nesse humor, ele escolhe um preço muito alto de compra-venda porque teme que você arrebate a participação dele e embolse assim ganhos iminentes. Outras vezes, fica deprimido e não pode ver nada além de dificuldades pela frente, tanto para o negócio como para o mundo. Nessas ocasiões, ele escolherá um preço muito baixo, já que está aterrorizado pela possibilidade de você se livrar da sua participação vendendo para ele.

O Sr. Mercado tem outra adorável característica: não se importa ao ser ignorado. Se a cotação dele for desinteressante para você hoje, ele voltará com uma nova amanhã. As operações são estritamente opção sua. Sob essas condições, quanto mais maníaco-depressivo o comportamento dele, melhor para você.

Mas, como a Cinderela no baile, você tem de prestar atenção em uma advertência, ou tudo virará abóboras e ratos: o Sr. Mercado está aí para servi-lo, não para guiá-lo. São os recursos financeiros dele, e não a sabedoria, que você achará proveitosos. Se ele aparecer algum dia com um humor particularmente irracional, você tem toda a liberdade para ignorá-lo ou tirar vantagem dele, mas será desastroso se você se submeter à sua influência. De fato, se você não tem certeza se entende e pode avaliar o negócio muito melhor do que o Sr. Mercado, você não se encaixa no jogo. Como dizem no pôquer, "se você está no jogo há 30 minutos e não sabe quem é o trouxa, você é o trouxa".

A parábola do Ben sobre o Sr. Mercado pode parecer obsoleta no mundo dos investimentos de hoje, no qual a maior parte dos profissionais e acadêmicos fala de mercados eficientes, hedge dinâmicos e betas. O interesse em tais assuntos é compreensível, já que técnicas cobertas por mistério logicamente têm valor para o fornecedor do conselho de investimento. Afinal de contas, que curandeiro alguma vez alcançou fama e fortuna simplesmente aconselhando "tome duas aspirinas"?

O valor de assuntos esotéricos sobre o mercado para o consumidor de conselhos de investimento é outra história. Em minha opinião, sucesso em investimento não será produzido por fórmulas enigmáticas, programas de computador ou sinais reluzentes em resposta ao comportamento de mercados e dos preços das ações. Em vez disso, um investidor obterá êxito pela união de bom juízo empresarial com a capacidade de isolar seus pensamentos e comportamento das emoções super-contagiosas que rondam o mercado. Em meus próprios esforços para permanecer isolado, achei altamente proveitoso levar firmemente em consideração o conceito de Ben sobre o Sr. Mercado.

Seguindo os ensinamentos de Ben, eu e o Charlie deixamos nossas participações acionárias nos contarem por meio de seus resultados operacionais - não por meio de suas cotações de preço diárias, ou mesmo anuais - se nossos investimentos são bem sucedidos. O mercado pode ignorar sucesso empresarial por algum tempo, mas por fim ele o confirmará. Como disse o Ben: "A curto prazo o mercado é um processo de votação, mas a longo prazo ele é um processo de pesagem". A velocidade com a qual o sucesso empresarial é reconhecido, ademais, não é tão importante enquanto o valor intrínseco da companhia estiver aumentando a uma taxa satisfatória. Para dizer a verdade, o reconhecimento tardio pode ser uma vantagem: pode nos dar a oportunidade de comprar mais de uma coisa boa a um preço de barganha.

Às vezes, é claro, o mercado pode julgar um negócio como sendo mais valioso do que os fatos subjacentes indicam que ele é. Em um caso dessa natureza, nós venderemos nosso investimento. Às vezes, também, venderemos um valor mobiliário que esteja avaliado corretamente ou mesmo subavaliado porque precisamos de fundos para um investimento ainda mais subavaliado ou um que acreditamos compreender melhor.

Nós precisamos enfatizar, contudo, que não vendemos investimentos apenas porque valorizaram ou porque nós os possuímos por um longo tempo. (Das máximas de Wall Street, talvez a mais tola seja: "Não se pode quebrar obtendo lucro".) Ficamos bem contentes em reter qualquer valor mobiliário indefinidamente, contanto que a perspectiva de retorno sobre o capital acionário do negócio subjacente seja satisfatória, a administração se mostre competente e honesta e o mercado não sobre-avalie o negócio.

Nossas companhias seguradoras, contudo, possuem três grupos de ações ordinárias que não venderíamos mesmo que elas tivessem um preço muito elevado no mercado. Efetivamente, nós enxergamos esses investimentos exatamente como as nossas bem-sucedidas empresas controladas - uma parte permanente da Berkshire, em vez de uma mercadoria para ser descartada uma vez que o Sr. Mercado nos ofereça um preço suficientemente alto. A isso eu acrescento uma ressalva: esses grupos de ações são retidos por nossas companhias seguradoras, e nós iríamos, se absolutamente necessário, vender parcelas das participações para pagar perdas extraordinárias com seguros. Pretendemos, contudo, gerenciar nossos negócios de modo que essas vendas nunca sejam exigidas.

A determinação de reter, que eu e o Charlie compartilhamos, obviamente envolve uma mistura de considerações financeiras e pessoais. Para alguns, nossa posição pode parecer altamente excêntrica. (Eu e o Charlie há muito tempo seguimos o conselho de David Ogilvy: "Desenvolva suas excentricidades enquanto você é jovem. Dessa forma, quando ficar velho, as pessoas não acharão que você está ficando gagá".) Certamente, na Wall Street dos últimos anos, fixada em operações, nossa postura deve parecer estranha: para muitos nessa arena, tanto companhias como grupos de ações são vistos somente como matéria-prima para negociações.

Nossa postura, contudo, é compatível com nossas personalidades e a forma como queremos viver nossas vidas. Churchill disse uma vez: "Você forma sua casa e então ela forma você". Sabemos a maneira como desejamos ser formados. Por essa razão, preferimos alcançar um retorno de X enquanto nos associamos com pessoas pelas quais sentimos forte apreço e admiração a atingir 110% de X pela troca desses relacionamentos por outros desinteressantes ou desagradáveis.

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Capitulo extraído do livro: Os Ensaios de Warren Buffett: Lições para Investidores e Administradores
Seleção, organização e introdução de: Lawrence A. Cunningham
Tradução, adaptação e apresentação de Rui Tabakov Sena Rebouças
Capítulo: II. Investimentos e Finanças Corporativas
Sub-capítulo: A - O Sr. Mercado

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Rentabilidade real - jul/17


Foi divulgado hoje IPCA de 0,24% referente a julho/17. O acumulado do ano está em 1,43%.

Em termos mensais, as rentabilidades em 2017 estão em 2,0%, 1,3% e 1,1% para Carteira, IFIX e IBOV, respectivamente.

Até 31/07/2017, as rentabilidades reais anualizadas para o ano estão em 27,1%, 16,5% e 13,9 para Carteira, IFIX e IBOV, respectivamente.



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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Topo histórico no IFIX


Considerando o fechamento de ontem, 07/08/2017, o IFIX, o índice que mede a performance dos principais Fundos de Investimento Imobiliário - FIIs negociados na B3 renovou sua máxima do ano aos 11,5%. A marca também representa seu topo histórico. Topo anterior estava em 02/06/2017 aos 11,4% no ano.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Aviso de compra

Hoje no leilão de abertura iniciei posição de cerca de 2,3% da carteira de Renda Variável em BBSE3. Para pagar, utilizarei Renda Fixa e parte dos dividendos de UNIP6 caso realmente sejam creditados amanhã, 08/08/2017.

Estava há tempos de olho em BBSE3. Gosto demais do ROE da empresa e dos dividendos projetados, em torno de 6% ao ano. A formatação da estrutura societária da cia. reduz o risco de ter controle estatal. Ademais, estou aumentando exposição da carteira de ações ao setor de seguros, visto que está bastante concentrada em energia elétrica e bancos. BBSE3 fará companhia às recém adquiridas IRBR3.

Outro atrativo é que BBSE3 fica ex-dividendos em 11/08/2017 e paga ainda este mês, 22/08/2017.

Com isto, posição no setor de seguros na carteira de ações foi para cerca de 15%. Na alocação em Renda Variável as ações foram para 37%, rumo aos pretendidos 50%.

Posição em Renda Fixa ficou bem diminuta, representando apenas 2% do portfólio. Uma parte maior dos fluxos e aportes futuros deverá ir para lá visando recompor reservas.

Sobre a recente queda nas cotações de BBSE3, creio que seja devido a uma leve piora nos últimos resultados, o que considero dentro da oscilação natural nos resultados da empresa. O mercado costuma exagerar estes fatos no curto prazo criando oportunidades para os investidores de longo prazo. Se o movimento de queda continuar nos próximos meses, devo comprar mais.

Abraço!
Bons investimentos!